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    <title>Notícias Agroforn</title>
    <link>http://www.agroforn.com.br</link>
    <description>Notícias Agroforn</description>
    <language>pt-br</language>
    <webMaster>webtask@webtask.com.br</webMaster>
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        <title>RS: PREÇO DO BOI GORDO É O MAIS ALTO DO MERCOSUL</title>
        <pubDate>25/07/2007</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=12</link>
        <description><![CDATA[Porto Alegre/RS - Valor do gado no estado chega a US$ 39 a arroba, tirando a competitividade da indústria local. Boi gordo virou artigo raro no Rio Grande do Sul e, com isso, o tradicional churrasco ficou salgado. Um quilo de costela - prato tradicional da mesa de domingo - custa R$ 8 no estado para R$ 6,50 em São Paulo. Ontem, a arroba do boi chegou ao seu maior patamar no ano: R$ 72, equivalente a US$ 39 - recorde nacional e também do Mercosul. Na Argentina, o boi gordo é comercializado US$ 25,89 a arroba e no Uruguai, US$ 33,90. A expectativa de analistas de mercado é que em breve o gado gaúcho atinja a marca de US$ 40 a arroba. 

O valor do gado no estado é quase R$ 10 mais alto (por arroba) que o de São Paulo (R$ 62 em Barretos), região que baliza o preço no País. Depois de Erechim, a segunda cotação mais alta no Brasil é o de Pelotas, R$ 67,50 a arroba. Diante deste quadro não só o consumidor tem de se adaptar. As indústrias também. Segundo dados do Sindicato da Indústria de Carne e Derivados no Rio Grande do Sul (Sicadergs), a capacidade ociosa das empresas do estado chega a 80%. Aproximadamente cinco indústrias fecharam as portas e outras 30 encontram-se "em estado crítico", de acordo com Zilmar Moussalle, diretor-executivo do sindicato. 

Diversos fatores explicam o fato excepcional de o estado ter o maior preço do País e permanecer nesta liderança há oito meses. De acordo com o analista Leonardo Alencar, da Scot Consultoria, a chamada "reversão de ciclo da pecuária" iniciou no Rio Grande do Sul, assim como a crise - que abateu o setor a partir dos focos de febre aftosa, entre 2000 e 2001. O estado ficou fechado para outros mercados e houve redução dos investimentos nas fazendas e descarte de matrizes - que chegou ao dobro do abate de machos em outubro de 2004. "O ajuste foi mais severo no Rio Grande do Sul", afirma Alencar. 

Segundo ele, assim como tem o preço do boi gordo mais alto do País, o estado também tem o do bezerro (ver abaixo). O analista da Scot Consultoria cita também a exportação de gado em pé - estratégia usada pelos pecuaristas diante da outrora crise de preços baixos - como fator determinante para a valorização dos animais no estado. Apenas no ano passado foram embarcados 69,35 mil animais. "Tivemos também três anos de seca, em que a natalidade diminuiu e a questão da Rússia", diz Moussalle. No ano passado, devido por seis meses apenas o Rio Grande do Sul estava autorizado a exportar para aquele país. Com isso, houve abate maior de fêmeas e até de animais não terminados. As vendas externas do estado chegaram a US$ 570 milhões, crescimento de 97%. 

 
Data: 25/7/2007 - 09:37 
Fonte: Gazeta Mercantil  
http://www.paginarural.com.br/]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>XXI REUNIÃO ANUAL DA SBTE</title>
        <pubDate>25/07/2007</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=11</link>
        <description><![CDATA[Início: 23/08/2007
Término: 26/08/2007

A Sociedade Brasileira de Tecnologia de Embriões (SBTE), fundada em 18 de julho de 1985, é uma sociedade civil, sem fins lucrativos que congrega hoje aproximadamente 530 profissionais graduados ligados a biotécnicas reprodutivas que visam, principalmente, a produção e manipulação de embriões. Esta Sociedade promove anualmente no mês de agosto uma reunião de altíssimo nível, com a participação de especialistas nacionais e internacionais, onde são apresentados os principais avanços nas áreas da embriologia experimental e aplicada. 

Local: Hotel Sofitel
E-mail: sbte2007@ibb.unesp.br 
Site: http://www.sbte.org.br/programacao.htm
FONTE:http://www.paginarural.com.br/


]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>VI CONGRESSO BRASILEIRO DO ALGODÃO</title>
        <pubDate>25/07/2007</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=10</link>
        <description><![CDATA[Início: 13/08/2007
Término: 16/08/2007

O VI Congresso Brasileiro do Algodão será realizado em Uberlândia/MG, entre os dias 13 e 16 de agosto. O evento deve reunir pesquisadores, professores, produtores, técnicos e demais integrantes da cadeia produtiva.

Serão realizadas palestras, mini-cursos, sessão de pôsteres e eventos paralelos, como lançamento de livros e o III Encontro Nacional do Bicudo do Algodoeiro

Cidade: UBERLÂNDIA/MG
Local: Centro de Convenções de Uberlândia 
Site: www.cbamg.com.br/br/index.php
FONTE:http://www.paginarural.com.br/]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Produção de máquinas agrícolas sobe 37,5% em junho</title>
        <pubDate>20/07/2007</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=9</link>
        <description><![CDATA[SÃO PAULO - A produção de máquinas agrícolas automotrizes totalizou 5.751 unidades em junho, o que representa elevação de 37,5% frente ao mesmo mês do ano passado, quando foram produzidas 4.184 máquinas.

Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a produção de máquinas agrícolas de junho verificou crescimento de 2,7% no confronto com as 5.601 unidades fabricadas em maio último.

Na primeira parte do ano, foram produzidas 28.754 máquinas agrícolas, o que implica acréscimo de 20,6% ante mesmo intervalo do exercício anterior (23.837 unidades).

(Bianca Ribeiro | Valor Online) ]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Agricultura: sinais positivos ao setor no pr</title>
        <pubDate>26/09/2007</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=13</link>
        <description><![CDATA[ SAFRAS (26) - O secretário da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, Valter Bianchini, está animado com as boas expectativas para o plantio da safra 2007/08. Segundo ele, as taxas de juros estão menores e os agricultores estão cientes que a agricultura está passando por um bom momento.
"As perspectivas de preços são melhores que o ano passado e o cenário sinaliza uma comercialização positiva no ano que vem", afirmou.

Bianchini apontou como indicador dessa situação o comparecimento em peso dos agricultores paranaenses às agências do Banco do Brasil para firmarem os contratos do crédito rural para o custeio da safra. Em função de tanta procura, o banco está abrindo as portas também nos finais de semana desde o início de setembro. Neste sábado (29), as agências do BB no Paraná vão abrir novamente.

A expectativa este ano é atender 150 mil familiares de agricultores, um incremento de 18 mil famílias em relação ao ano passado, quando foram atendidas 132 mil famílias. Esse diferencial está mobilizando maior demanda de atendimento do banco para que sejam liberados a tempo os créditos de custeio para as lavouras de milho, feijão, soja e algodão, explicou Bianchini Em 20 dias de mutirão, já tinham sido firmados 50% dos contratos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) no valor de R$ 350 milhões e 42% dos contratos da Agricultura Empresarial no valor de R$ 756 milhões. Até o final desse mês, o número de contratos da Agricultura Empresarial deverá chegar a 85% do previsto e da Agricultura Familiar, 90% informou o superintendente do BB no Paraná, Cezar de Col.

No ano passado, o BB aplicou R$ 700 milhões na Agricultura Familiar no Paraná e a meta para essa safra 2007/08 é ampliar essa aplicação para R$ 1 bilhão. Para Bianchini, o crescimento no número de famílias atendidas representa um esforço mútuo para estender cada vez mais os recursos do crédito rural para serem aplicados na melhoria das condições de produção, produtividade e qualidade dos produtos.

Bianchini disse que o aumento da procura por crédito rural no Paraná está ocorrendo num momento que a Secretaria da Agricultura visa inserir o agricultor familiar no processo de melhoria da qualidade da produção e da inserção no mercado de uma forma sustentável.

Quando esteve no Paraná, no início desta semana, o presidente do Banco do Brasil, Antonio Francisco de Lima, disse que é um entusiasta dos programas da Agricultura Familiar, cujo sucesso está funcionando como antídotos para evitar a expansão dos aglomerados urbanos e perpetuação da pobreza no País. As informações partem da Agência Estadual de Notícias do Paraná.

(CBL) ]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>SC e Itália assinam acordo para bezerros vivos</title>
        <pubDate>05/10/2007</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=15</link>
        <description><![CDATA[O governador de Santa Catarina, Luiz Henrique, e o vice-governador Leonel Pavan receberam em audiência na manhã desta quinta-feira (4) empresários italianos do setor de carne e derivados para a assinatura de um protocolo de intenções para viabilizar a exportação de bezerros para o mercado italiano a partir do ano que vem, informa a secretaria de comunicação do governo de SC.

A comitiva italiana é liderada pelo presidente da União de Importadores e Exportadores de Carnes e Derivados da Itália (Uniceb), Renzo Fossato, que está no estado desde o início da semana para ajustar os termos do acordo comercial. 

Segundo o secretário de Agricultura, Antônio Ceron, o mercado importador italiano é de 2 milhões de cabeças/ano. Os italianos importam o gado bovino com seis a sete meses na época de desmame e fazem o abate dos animais com cerca de 15 meses para a produção de vitela. O mercado francês é que abastece a demanda. A estratrégia que vem sendo adotada é ajustar a produção às exigências de rastreabilidade do mercado comum europeu, abrindo um mercado interessante para os produtores catarinenses. 

Ceron explicou também que a meta é começar a exportar ainda no primeiro semestre do próximo ano, com uma capacidade estimada inicialmente de até 50 mil bezerros vivos. Os importadores italianos querem chegar a 150 mil bezerros importados ao ano, por via marítima. A aproximação com os italianos é fruto, segundo o secretário, "da política de sanidade animal desenvolvida há anos no estado e que garantiu, recentemente, o título de área livre de aftosa sem vacinação".


04/10/2007

Pecuária: SC e Itália assinam acordo para bezerros vivos. 
A assinatura de um protocolo de intenções nesta quinta-feira, 4, envolve o governo de Santa Catarina e a União de Importadores e Exportadores de Carnes e Derivados da Itália (Uniceb). Previsão é de exportar 50 mil bezerros já no 1o. semestre de 2008.]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
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        <title>Febre aftosa: Vacinação em novembro</title>
        <pubDate>05/10/2007</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=16</link>
        <description><![CDATA[Com 147 milhões de doses de vacinas contra febre aftosa em estoque, a indústria veterinária aguarda uma campanha tranqüila no próximo mês de novembro, quando 16 estados brasileiros realizarão a segunda etapa da vacinação oficial contra a doença. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) estima o consumo de 143,259 milhões de doses de vacinas. 

Mário Pulga, vice-presidente de febre aftosa do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), afirma que a indústria está fazendo sua parte no sentido de disponibilizar a quantidade adequada de vacinas para atender a demanda prevista pelo Mapa.  

“A indústria veterinária disponibilizou a quantidade de vacinas necessária para atender toda a demanda do Mapa e ainda manter o estoque de segurança determinado. Assim, esperamos novos avanços no programa de erradicação da doença, especialmente nesse momento em que toda a cadeia produtiva está sensibilizada com a importância da sanidade dos rebanhos, com vistas a atender adequadamente as missões internacionais que vieram e vêm ao País”, afirma o vice-presidente do Sindan.


04/10/2007

Febre aftosa: Vacinação em novembro conta com 147 milhões de doses em estoque, diz Sindan]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
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        <title>Boi gordo: No atacado</title>
        <pubDate>19/10/2007</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=20</link>
        <description><![CDATA[Boi gordo: No atacado, carne atinge maior patamar nominal desde 2001, aponta Cepea/USP. Mercado permanece pouco ofertado.

Apesar das recentes quedas nos preços da carne bovina no mercado atacadista da Grande São Paulo, os patamares continuam elevados. O preço da carcaça casada de boi na parcial de outubro, por exemplo, é de R$ 4,02/kg, a maior média mensal, em termos nominais, desde o início desse levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo, em 2001. 

Entre os fatores responsáveis pelo comportamento da primeira quinzena de outubro esteve a oferta restrita de carne no atacado, resultado do baixo volume disponível de animais para abate. 

Nessa quarta-feira, 17, o indicador do boi gordo Esalq/BM&F teve aumento de 0,57% sobre a última quarta, fechando a R$ 63,41. O ritmo de negociação continuou lento, com compradores cautelosos. Essa postura esteve relacionada principalmente ao enfraquecimento do mercado atacadista. 
                                                               
18 de Outubro 2007
Revista DBO.]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>ExpoBagé, RS: Pecuaristas têm crédito à disposição.</title>
        <pubDate>05/10/2007</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=17</link>
        <description><![CDATA[A 95ª Expofeira de Bagé, RS, que começa hoje, 4 de outubro, e vai até o próximo dia 14, vem com uma agenda de 7 leilões. É a mesma quantidade de remates dos dois últimos anos. Bagé é praça para cerca de 600 animais nas pistas de leilões, com fatura que avança R$ 1,5 milhão para os lotes de seleção.

A Associação Rural de Bagé, promotora da mostra, anunciou que os pecuaristas têm à disposição linhas de crédito para financiar a compra de animais e também de máquinas e equipamentos. São três as opções: Barinsul, Banco do Brasil e Sicredi. 

O Barinsul, o Banco do Estado, anunciou que para a compra de animais o limite de financiamento é de 80% do valor da compra. O crédito tem limite de R$ 30.000 por pecuarista e a taxa de juros vai a 6,75% ao ano. No Banco do Brasil, os pequenos pecuaristas podem financiar 100% das compras. Os demais, aí incluídos os médios, têm crédito de 80% do bem adquirido. Os juros são os mesmos do Banrisul (6,75% aa), com prazo de 24 meses para quitação da dívida. Os gerentes locais já informaram que a agência conta com R$ 1 milhão em caixa para a compra de animais e R$ 5 milhões para máquinas e equipamentos.

O terceiro elemento é a cooperativa de crédito Sicredi. A entidade informou que tem linhas de financiamentos e o estudo de juros e limites são estudados caso-a-caso. O prazo para quitação é o mesmo do BB: 24 meses.

Acompanhe neste site a cobertura dos remates da 95ª Expofeira de Bagé.


ExpoBagé, RS: Pecuaristas têm crédito à disposição.
Feira vende, historicamente, cerca de 600 animais em 7 leilões.

Vera Ondei


]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Ledura morta encontra mais espaço.</title>
        <pubDate>05/10/2007</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=18</link>
        <description><![CDATA[05/10/2007

Revista DBO: Levedura morta de cana encontra mais espaço na alimentação animal. 
Veja mais informações na edição de setembro

 

Maristela Franco

Riquíssima em proteína, ela perde na concorrência com fontes tradicionais desse nutriente por questões de preço, mas pode ser excelente alternativa para quem está próximo às usinas produtoras ou deseja explorar suas "qualidades funcionais".

Pesquisas já comprovaram que a levedura inativa favorece o desenvolvimento das bactérias ruminais, além de atuar como absorvente de micotoxinas, palatabilizante e imonoestimulante. Ela tem sido empregada (com várias ou apenas uma dessas funções) em dietas de vacas leiteiras, bezerros e bois de engorda, além de entrar na composição de suplementos minerais.

Como fonte protéica, é empregada na proporção de 20% a 30%, substituindo o farelo de soja nas regiões este insumo tem preço alto, devido ao frete. Porém, o que chama mesmo a atenção na levedura é seu perfeito balanço de aminoácidos, com níveis de lisina e metionina superiores aos das fontes protéicas tradicionais. Além disso, trata-se de um produto muito rico em minerais e vitaminas do complexo B, que têm função anti-estressante. Nas rações para bezerros, por exemplo, ele é empregado para fortalecer o sistema imunológico, daí ser considerado um "aditivo profilático". 

 
 
]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>LEITE CARO ELEVA PREÇO DE VACA HOLANDESA</title>
        <pubDate>05/10/2007</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=19</link>
        <description><![CDATA[
  
São Paulo, 5 de Outubro de 2007 - A valorização dos preços do leite, de quase 60% no ano, esquenta a demanda por vacas, em especial de algumas raças. A holandesa foi a que mais se valorizou este ano, o dobro das concorrentes, chegando a 130% em alguns casos. Outra que desponta é a jersey, porque faltam fêmeas para atender aos pedidos. 

"Capitalizado, o pecuarista procura animais que compensem mais\", diz Aguinaldo Sérgio Lélis, diretor da Embral Leilões. Em média, a holandesa produz 30 litros de leite por dia, chegando ao dobro das demais raças leiteiras. Pelas estimativas da Programa Leilões, uma vaca com produção média de 20 litros por dia valia há um ano R$ 2,5 mil e hoje sai por R$ 4 mil. \"Está difícil achar quem queira vender\", diz Maria Giselda Mendonça, superintendente da Associação Brasileira dos Criadores de Gado Jersey. Como o leite do animal tem mais sólidos, a procura aumentou e a oferta é limitada. 

www.gazeta.com.br-05 de outubro de 2007]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Preço da arroba em São Paulo alcança os R$66</title>
        <pubDate>31/10/2007</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=21</link>
        <description><![CDATA[26/10/2007    Revista DBO

Boi gordo: Com o mercado firme, preço da arroba em São Paulo alcança os R$ 66. 
Dados foram divulgados nesta sexta (26) pela Scot Consultoria (Bebedouro, SP).

 

O boi gordo agora voltou, realmente, aos patamares de meados de agosto, sendo comercializado a R$66/@, a prazo, para descontar o funrural, em São Paulo. Essa é, por enquanto, a cotação mais alta do ano, aponta a consultoria paulista.

Alguns frigoríficos paulistas trabalham com preços de balcão até R$2/@ abaixo desse valor, mas sem sucesso na compra. O mercado segue pouco ofertado, o que tem sustentado a valorização da arroba.

Vale destacar também que, dentre as 28 praças pesquisadas pela Scot Consultoria, o boi já chegou ou superou os R$60/@, a prazo, em 17. Na região Norte, o boi gordo vale R$60/@, livre de funrural, em Paragomias, PA e Norte do Tocantins. Em Marabá, PA, essa cotação também foi alcançada, mas ainda é preciso descontar o imposto.

 
 
]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Arroba do boi registra 2º maior alta do ano</title>
        <pubDate>12/11/2007</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=22</link>
        <description><![CDATA[07/11/2007 - 23h31
Arroba do boi registra 2ª maior alta do ano de acordo estudo do Imea
Redação 24HorasNews


     A pecuária de corte se mantém com sinais de recuperação no estado considerando dados reunidos na Nota Técnica do Instituto Mato-grossense de Economia Agrícola (Imea) da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) divulgados nesta quarta-feira (07.11). Em média, o preço da arroba no mês de outubro teve a segunda maior alta registrada em 2007, de 4,3%, para o boi gordo rastreado com pagamento em 30 dias, ou R$ 56,15, e de 2,2% para a fêmea, o equivalente, R$ 50,87. A primeira maior variação do boi gordo e da vaca foi em agosto quando a cotação média da arroba foi R$ 56,23 e R$ 50,42, respectivamente. O aumento do preço, na prática, repõe a perda ocorrida em setembro, mês em que o boi gordo teve uma queda na cotação de 4,26% e a vaca de 3,06%. 
      
     Na Nota Técnica, o Imea aponta ainda a variação de preços no varejo bem acima do que o produtor conseguiu obter na venda do produto ao frigorífico. O percentual médio de aumento do mês de outubro em relação a setembro na gôndola do supermercado foi de 11,4%. Picanha e filé com os índices mais valorizados, entre 16% e 18%. 
      
      
      
     ABATES – O melhor preço do boi gordo também é positivo do ponto de vista da produção. As fêmeas, aos poucos, retomam o patamar na cadeia e já há uma redução gradativa no abate de vacas no estado. No mês de setembro, em comparação com agosto foram abatidas 29% de cabeças a menos. No acumulado do ano, o percentual negativo é de 9,63%, enquanto o abate de machos registrou, neste mesmo período, um incremento de 12, 34%, comparado com os meses de janeiro a setembro de 2006. 
      
      
      
     O abate de machos de janeiro a setembro atingiu 2.067.847 cabeças e o de fêmeas, 1.691.079 cabeças. Nos últimos quatro anos, o percentual deixa evidente a crise que o setor enfrentou. Entre 2003 e 2007, a alta no abate de fêmeas foi 98,6% e 46,56% de machos. 
      
      
      
      
     Para a elaboração da Nota Técnica, além da cotação de preços no mercado interno pesquisado pela equipe do Imea, também foram copilados dado do Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do Centro de Pesquisas Econômicas Avançadas (Cepea), da Esalq e BM&F. 

]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Soja Lidera Exportações</title>
        <pubDate>12/11/2007</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=23</link>
        <description><![CDATA[NEGÓCIOS INTERNACIONAIS
Soja lidera exportações

Antonio Pietrobelli [10-11-2007] 
 
As exportações brasileiras do agronegócio ultrapassaram a marca de US$ 6 bilhões em outubro e bateram mais um recorde histórico. A cifra é 24,6% superior ao registrado no mesmo período de 2006. As importações também são as maiores já registradas, e somaram US$ 880,9 milhões - crescimento de 33% em relação a outubro de 2006. O superávit registrado foi de US$ 5,1 bilhões. 




Soja, cereais e preparações e carnes foram os itens que mais contribuíram para o incremento das exportações brasileiras em outubro. No geral, o principal fator que contribuiu para o aumento das exportações foi a variação no preço e não o aumento na quantidade embarcada.


 O complexo soja registrou incremento de 69,5% nas vendas, que totalizaram US$ 1,213 bilhão, valor 65% superior ao exportado em outubro de 2006. O aumento de 44,4% no preço foi o principal responsável pelo crescimento do valor embarcado.


Em outubro, o aumento do valor exportado pelo complexo carnes foi de 25,2% - o total embarcado passou de US$ 864,6 milhões para US$ 1,08 bilhão. Aumentaram tanto a quantidade embarcada (10,4%) quanto o preço (13,4%). “O resultado consolida, assim, o complexo carnes, ao lado do complexo soja,  como itens da pauta de exportações brasileiras que ultrapassam a marca de US$ 1 bilhão por mês”, acredita o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio, Célio Porto.


O valor exportado do item frango in natura aumentou 43,5% em relação ao mesmo período do ano passado e o total arrecadado foi de US$ 405,5 milhões. O item cereais e preparações registrou aumento de 523% e o item fumo, 110,5%.


As exportações do complexo sucroalcooleiro diminuíram 40%, em relação a outubro de 2006. Os preços do açúcar foram 24% inferiores e o volume exportado, 14,8% menor, o que resultou numa redução de 35,3% no valor exportado. As receitas de exportações de álcool diminuíram 53,1%, devido à redução de 39,6% na quantidade embarcada e preços 22,4% inferiores.

Novembro começa bem 

A saldo da balança comercial da primeira semana de novembro, com apenas um dia útil (1º), ficou em US$ 269 milhões. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, as exportações chegaram a US$ 914 milhões e as importações, a US$ 645 milhões.

No acumulado do ano, com 211 dias úteis, o saldo comercial chegou a US$ 34,645 bilhões, com média diária de US$ 164,2 milhões. As exportações ficaram em US$ 133,2 bilhões e as importações, em US$ 98,6 bilhões.

Comércio Brasil-Portugal 

O comércio entre Brasil e Portugal cresceu 15,2% nos dez primeiros meses deste ano em comparação com o mesmo período de 2006, alcançando US$ 1,75 bilhão, informou nesta quinta-feira à Agência Lusa fonte do governo brasileiro.

Segundo os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, as exportações brasileiras para Portugal aumentaram 15,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando US$ 1,48 bilhão.

Feira de alimentos no Japão

A APEX-Brasil vai levar empresas brasileiras à mais importante feira de alimentos e bebidas da Ásia: a FOODEX, no Japão, entre os dias 11 e 14 de março na cidade japonesa de Chiba. As oportunidades comerciais no mercado japonês para o setor de alimentos e bebidas e os detalhes sobre a participação brasileira na FOODEX serão apresentadas aos interessados no dia 19 de novembro, em seminário promovido pela APEX-Brasil no Hotel Renaissance, em São Paulo. Para ter acesso ao apoio da APEX-Brasil a empresa deve preencher o formulário de interesse em anexo e encaminhá-lo para michele@apexbrasil.com.br  e vinicius.estrela@apexbrasil.com.br com o assunto PARTICIPAÇÃO NA FOODEX 2008.

PMEs nas exportações

O comércio exterior brasileiro manteve-se em expansão nos primeiros seis meses deste ano e as exportações chegaram a US$ 73,2 bilhões, valor recorde para o período, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. As micro e pequenas empresas acompanharam parcialmente esse movimento: representaram quase 50% do total das companhias exportadoras, mas quanto ao volume de negócios a participação foi inferior a 3%.



 Paran@shop-12/1107

 


 
 
 
 
 
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        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Safra de grãos e renda devem crescer em Minas Gerais</title>
        <pubDate>12/11/2007</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=24</link>
        <description><![CDATA[Safra de grãos e renda devem crescer em Minas Gerais

 
  
Do Minas Online 


Pelo segundo ano consecutivo, Minas Gerais vai apresentar crescimento da safra de grãos. A produção estimada para a safra 2007/2008 é de 9,9 milhões de toneladas, em comparação com os 9,8 milhões de toneladas da safra passada, o que equivale a um crescimento de 1,2%. A estimativa foi anunciada nesta quinta-feira (8) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que destaca o aumento, em todo o país, de trigo, arroz e algodão, bem como de soja e milho, estes últimos com percentual de crescimento menor, mas ainda assim muito significativo porque respondem pelo maior volume de produção no grupo de grãos. O Brasil poderá obter, na safra 2007/08, o total de 135,5 milhões de toneladas de grãos, representando um acréscimo de 2,9% sobre a produção obtida na safra 2006/07.

No caso do milho, principal grão cultivado no Estado, Minas Gerais apresenta uma previsão de crescimento relativamente maior que a do país. A previsão mineira é de 6,3 milhões de toneladas, em comparação com os 6,2 milhões de toneladas obtidos na safra 2006/07, o que equivale a um crescimento da ordem de 1,4%. Já a colheita de milho no país deverá ter crescimento de 0,9%, ou de 51,4 milhões de toneladas para 51,8 milhões de toneladas. 

No caso da soja, o crescimento no Estado deverá ser de 2,4 milhões de toneladas para 2,6 milhões de toneladas, variação um pouco acima de 1,4%. Para a produção nacional de soja, a estimativa é de crescimento de 1,7%, ou evolução de 58,4 milhões de toneladas para 59,4 milhões de toneladas. 

Estima-se que o feijão, outro produto tradicional no Brasil, não terá bom desempenho, com a previsão de um volume da ordem de 3,2 milhões de toneladas contra 3,3 milhões de toneladas da safra 2006/07, ou redução de 2,5%. Em Minas Gerais, o produto apresenta recuperação, podendo alcançar o volume de 518,7 mil, contra 503,5 mil toneladas, portanto uma evolução de 3%. 
 
 
Correio de Ubrlândia    Data-12/11/07]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Safras de Recordes</title>
        <pubDate>12/11/2007</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=25</link>
        <description><![CDATA[Safras de recordes 


Estimulado pela safra recorde que colheu e pelos bons preços internacionais, o agricultor está investindo mais do que nos anos anteriores e poderá obter resultados ainda melhores na safra que começou a plantar em outubro. Embora mostrem alguma divergência, estimativas feitas por órgãos do governo e por institutos privados coincidem num ponto: a agricultura prepara-se para quebrar novos recordes, agora não só de produção, mas também de renda. Os fatores que impulsionaram os preços no mercado internacional devem persistir por um bom tempo, o que já leva alguns economistas a falar em um novo ciclo de alta, que pode ser longo.

O efeito do otimismo no campo se espalha pelo País por causa do aumento da demanda de bens industrializados empregados na lavoura, que faz crescer o emprego nas cidades; do aquecimento do comércio varejista, que igualmente estimula a produção industrial; e, sobretudo, da redução do risco de alta dos preços dos alimentos, que pressionaram a inflação nos últimos meses.

Depois do anúncio do plano do governo americano de estimular a produção de etanol a partir do milho, os preços de alguns produtos de grande importância na agricultura brasileira explodiram. De acordo com a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), em 12 meses até outubro o preço da soja subiu 75% em dólar na Bolsa de Chicago. A cotação do milho subiu 48% e a do trigo, 116%. A média dos preços desses itens deverá se manter muito alta nos próximos dois anos por causa da utilização do milho americano na produção de álcool e do aumento da demanda da China. 

A exportação brasileira de milho em 2007 deverá alcançar o recorde de 9,5 milhões de toneladas. Quanto ao trigo, a produção, que alcançou o pico de 6 milhões de toneladas em 2004, mas se reduziu para 2 milhões de toneladas em 2005, recuperou-se em 2006 (4 milhões) e deve repetir o desempenho neste ano.

Na safra já colhida, a produção de grãos deve ter alcançado 131,5 milhões de toneladas, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), ou 133,8 milhões de toneladas, conforme o IBGE. Em qualquer dos casos, é um recorde. Para a safra 2007-2008, a Conab projeta uma produção entre 135 milhões e 138 milhões de toneladas. O IBGE, em seu primeiro prognóstico, prevê 138,1 milhões de toneladas. Economistas do setor privado fazem estimativas mais otimistas de até 143 milhões de toneladas. O levantamento da Conab estaria subestimado porque foi feito antes de o agricultor decidir o que iria plantar.

O aumento da área cultivada é um dos fatores que justificam as projeções de novo recorde da safra de grãos. Na safra passada, o recorde foi alcançado apesar da redução da área plantada (de 3,6%, segundo a Conab, ou de 0,3%, segundo o IBGE). Na nova safra, conforme projeção de instituições privadas, a área plantada deve aumentar 4,2%. 

Outros indicadores também ajudam a compor um cenário muito positivo no campo. De janeiro a agosto, as vendas de fertilizantes foram 44,8% maiores do que as de igual período de 2006, de acordo com a Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda). No ano, as vendas devem totalizar 24 milhões de toneladas, um recorde. “Imaginávamos que haveria uma recuperação da agricultura de grãos, porém num prazo mais longo”, disse ao Estado há algumas semanas o diretor-executivo da Anda, Eduardo Daher.

As vendas de máquinas agrícolas, por sua vez, devem crescer 41% em 2007 e, no próximo ano, com o crescimento de 15% a 20% esperado pelas indústrias do setor, o total de unidades vendidas pode chegar perto de 42 mil (o recorde de vendas é de 2002, com 42,5 mil unidades). Desempenho semelhante está sendo registrado pelo setor de defensivos agrícolas. Estatísticas do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola mostram aumento de 44% nas vendas de defensivos em 2007, na comparação com 2006. 

Esses resultados, é importante ressalvar, estão sendo alcançados apesar do pesado endividamento dos produtores, especialmente os da Região Centro-Oeste, da desvalorização do dólar e das péssimas condições das estradas brasileiras. Ao alcançá-los em meio a tantos problemas, a agricultura brasileira dá mais uma prova de sua força. 


O Estado de São Paulo-12/11/07
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        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Capim Italiano ou Sorgo?</title>
        <pubDate>12/11/2007</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=26</link>
        <description><![CDATA[Capim Italiano ou Sorgo em diferentes épocas de semeadura


Capim Italiano ou Sorgo Forrageiro em diferentes épocas de semeadura

Renato Serena Fontaneli
Pesquisador da Embrapa Trigo, Passo Fundo, RS.

O capim italiano ou milheto e o sorgo forrageiro (capim sudão e seus híbridos) são forrageiras anuais de verão, de crescimento rápido e bom valor nutritivo. Essas forrageiras são semeadas em áreas que foram utilizadas durante a estação fria com os cereais de inverno (trigo, cevada, aveia branca, triticale, centeio ou pastagens anuais) e são alternativas excelentes para rotação de culturas para soja e milho. Ocasionalmente, estas espécies podem ser semeadas em renovação de pastagens perenes degradadas. Essas forrageiras, pelo custo elevado de estabelecimento, são usadas como pastagens suplementares para as classes animais mais exigentes como: novilhas, novilhos em engorda intensiva e vacas em lactação. Além de pastejo por bovinos e ovinos, pode ser colhida verde para forragear animais confinados, para feno ou silagem.
É conhecido, de longa data, que a produção animal de ruminantes (carne e leite) de forma mais econômica é obtida através do máximo uso de alimentos provenientes de pastagens. Os ruminantes são os melhores conversores de fibra, principalmente dos constituintes da parede celular, celulose e hemicelulose, em energia digestível. Essa digestão é feita com o auxílio de milhões de microorganismos que vivem no rúmen de bovinos.
O homem e os suínos, monogástricos, não têm enzimas capazes de digerir a celulose. Por outro lado, alimentos ricos em carboidratos não estruturais, como o amido e os açúcares são melhor aproveitados por não ruminantes. Exemplificando, nos dias atuais pode-se produzir 1 kg de frango ou 1 kg de suíno com 2 kg de ração, enquanto para ser produzida 1 kg de carne vermelha necessita-se de pelo menos 5 kg de ração. Portanto, para reduzir o custo de produção de leite e outros produtos nobres de ruminantes, deve-se usar o máximo possível de alimentos vindo das plantas forrageiras. Portanto, planeje suas pastagens para produzir o ano todo. Nesse processo, deve-se buscar quantidade de forragem com elevado valor nutritivo, ou seja, alta eficiência produtiva traduzida em máximo ganho líquido por área.
O planejamento forrageiro para vacas de leite na região Sul inclui, normalmente, o capim italiano ou milheto e/ou os sorgos forrageiros. As duas são forrageiras de máxima eficiência produtiva durante a primavera e verão, mas de ciclo produtivo relativamente curto. Assim, ambas produzem em abundância durante 2 a 4 meses, dependendo da época de semeadura, de fertilizações, principalmente nitrogenadas e, do manejo no pastejo ou corte. 
O melhor aproveitamente dessa pastagem é pelo método de lotação rotacionada, com entrada de bovinos ou ovinos, quando as plantas atingem entre 60 e 80 cm de altura. Os animais devem ser retirados da área quando as plantas atingirem 15 a 20 cm de altura em relação a superfície do solo (altura de resteva). Os sorgos devem, obrigatoriamente, ser pastejados com altura superior a 50 cm, pois, se pastejados quando muito jovens, altura de planta inferior a 50 cm, podem ser tóxicas. Os sorgos têm graus variados de concentração de "durrina" , alcalóide nitrogenado, precursor do ácido cianídrido, que pode ser letal aos animais. Embora o milheto não apresente este problema, também deve ser utilizado da mesma maneira para transformar a forragem em máximos ganhos por hectare. Desta forma, o pastoreio rotacionado, de fácil execução com gado leiteiro, com alta carga animal (lotação alta) e curtos períodos, se possível um dia de utilização e cerca de 20 dias de descanso, tempo médio suficiente para a planta rebrotar rapidamente e atingir novamente 60 a 80 cm altura para novo pastejo, que quando bem fertilizado e com boa disponibilidade hídrica, como ocorre na maioria dos anos na região. Portanto, milheto e sorgo têm o mesmo manejo e podem permitir vários pastejos, de 3-4 a mais de 6, durante estação de crescimento, que vai de outubro-novembro até a ocorrência das das geadas.

Quais a vantagens de semear em mais de uma época?
A semeadura dessas gramíneas de estação quente pode iniciar em setembro (quando a temperatura do solo for superior a 180C) e pode estender-se até meados do verão (fevereiro), quando visa produzir forragem para minimizar a janela ou gargalo conhecido como vazio forrageiro outonal (abril-maio). Nesse período de déficit forrageiro quantitativo e qualitativo as forrageiras componentes das pastagens perenes de verão, nativas ou cultivadas têm baixo valor nutritivo e as forrageiras anuais de estação fria ainda estão sendo estabelecidas. 
Em Passo Fundo, RS, sorgos e milheto foram semeados até o final de fevereiro em dois anos e, produziram em média até 6,0 t MS/ha, forragem de bom valor nutritivo, com 18,0% de proteína bruta (PB), 60% de nutrientes digestíveis totais (NDT), 40% de fibra em detergente ácido (FDA) e 60% de fibra detergente em detergente neutro (FDN). Forragem de bom valor nutritivo para ser consumida de março até a incidência de geadas, ou seja até maio-junho, época em que os animais já podem pastejar as forrageiras anuais mais precoces como as propiciadas por centeio, cevada e trigo forrageiros ou aveia preta. Entretanto, quanto mais cedo na primavera for possível estabelecer com sucesso as forrageiras anuais de verão, maior será a quantidade potencial de forragem produzida, concentrada no final de primavera e início de verão. Sorgos e milheto semeados cedo, com reduzida quantidade de fertilizantes, especialmente pouco nitrogênio, completam o ciclo produtivo cedo no verão, em muitos anos em fins de janeiro a meados de fevereiro. Porém, quando semeia-se parte da área cedo e após, a cada 3 a 4 semanas de intervalo, é possível distribuir melhor a forragem produzida e, principalmente, com melhor valor nutritivo. 

Qual das espécies é melhor? 
As duas são ótimas forrageiras se bem estabelecidas e manejadas. O sorgo, por possuir sementes maiores, é de estabelecimento mais fácil do que o milheto e pode apresentar melhor crescimento no outono, embora seja pouca forragem produzida nessa época, é estrategicamente importante. O milheto, que possui sementes menores, normalmente de menor valor cultural, é muito adaptado na região, perfilha mais e pode apresentar custo menor de estabelecimento.
As duas espécies preferem solos bem drenados, mas o sorgo tolera mais a umidade. O milheto é mais tolerante à seca e, também, à acidez do solo. 




23/10/2007-MS Notícias ]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Frigoríficos pagam até R$70 na arroba do boi.</title>
        <pubDate>28/11/2007</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=27</link>
        <description><![CDATA[Frigoríficos pagam até R$ 70 na arroba do boi no Estado 
Quarta-feira, 28 de Novembro de 2007 07:43

Frigoríficos pagam até R$ 70 na arroba do boi no Estado 



As principais empresas frigoríficas instaladas em Mato Grosso do Sul abriram as compras delas na manhã desta sexta-feira com a melhor cotação da arroba do boi rastreado no prazo de 30 dias a R$ 70, e da vaca a R$ 63. No mercado à vista, o melhor preço do boi é de R$ 68,4 e o da vaca R$ 61,61. 

Em Anastácio, o frigorífico Independência paga na arroba da vaca à vista R$ 61 e R$ 63 a prazo. A arroba do boi rastreado é comprada a R$ 70 a prazo e R$ 68 à vista. 

Em Naviraí, o frigorífico Bertin, compra a arroba do boi rastreado no prazo de 30 dias a R$ 70 e R$ 68,4 à vista. Para a vaca, o frigorífico paga na arroba à vista R$ 61,61 e R$ 63 a prazo. 

Os frigoríficos Independência, em Campo Grande e em Nova Andradina estão fora do mercado. 

O Friboi também na Capital e o Marfri, em Bataguassu ainda não saíram para as compras. 



Maracuja News-28/11/07]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Preço da arroba atinge recorde hitórico no Estado.</title>
        <pubDate>28/11/2007</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=28</link>
        <description><![CDATA[13/11/2007 08:40 
Preço da arroba do boi atinge recorde histórico no Estado 
  
Gilmar Hernandes  
Midiamaxnews-28/11/07

O preço da arroba do boi em Mato Grosso do Sul bateu recorde nas negociações desta terça-feira e atingiu R$ 67,00 pago pelos frigoríficos, maior valor nominal já registrado na história do Estado, conforme informações do presidente da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul), Laucídio Coelho Neto. Ele ressalta que se levar em conta à inflação dos últimos três anos, esse valor ainda está aquém do maior valor real.


Segundo ele, para equiparar o valor pago em São Paulo, a arroba no Estado deve custar R$ 70,00 e isso deve acontecer nos próximos dias e permanecer na próxima safra. Laucídio acredita que no ano que vem a cotação do boi deve oscilar pouco. Apesar do valor em alta, o preço comercializado ficará abaixo do custo de produção, de R$ 73,00.


Em São Paulo, além da arroba custar R$ 70,00, os produtores não estão tendo o Funrural descontado, o que significa a arroba custar R$ 73,00. Laucídio acrescenta que o aumento na arroba de 28,84%, de janeiro até novembro deste ano, está relacionado com o período de entressafra e ainda pela liberação do Estado com status livre de aftosa com vacinação e que futuramente estará habilitado para retomar o mercado externo.


Ele comenta ainda que a pecuária só não está pior devido ao aquecimento no consumo do mercado interno, pois o brasileiro está consumidor mais carne. Essa alta deve representar aumento para o consumidor, mas o produtor não quis arriscar nenhum palpite. Somente neste ano, o preço do quilo de coxão-mole subiu 16,97%, do filé mignon 16,41% e do músculo 16,27%, conforme apontou o IPC/CG (Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande).

 
]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Boi gordo do Brasil é o segundo mais caro do mundo</title>
        <pubDate>10/12/2007</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=29</link>
        <description><![CDATA[O preço do boi gordo Brasileiro tornou-se o segundo mais caro do mundo,só atrás do Norte-Americano.

São Paulo, 4 de Dezembro de 2007 - O preço do boi gordo brasileiro tornou-se o segundo mais caro do mundo, só atrás do norte-americano. Em novembro, a cotação em dólar alcançou US$ 41,24 a arroba (15 quilos), superior à dos vizinhos do Mercosul e da Austrália, esse último seu principal concorrente. Analistas acreditam que os valores em alta podem tirar a competitividade da indústria brasileira. Tradicionalmente, o produto era de 5% a 20% mais barato que o uruguaio e menor que o australiano. Isso porque os concorrentes têm acesso a mercados que o País não tem e que pagam melhores preços. 

Os altos preços se devem à valorização do real em relação ao dólar, de 16,05% no ano, e da arroba do boi gordo em reais, de 35%. 

C8(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Neila Baldi)-10/12/07

]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Preço de Leite e derivados aumenta.</title>
        <pubDate>10/12/2007</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=30</link>
        <description><![CDATA[Preço de leite e derivados aumenta
Regional | 2007-12-06 10:23 
AO online-Acoriano Oriental

Ao longo do último ano o preço do litro de leite meio/gordo subiu entre 10 a 15 cêntimos nas superfícies comerciais dos Açores.
   Os aumentos estão relacionados com a escassez de leite em Portugal e na União Europeia que está a provocar uma inflação no preço do leite e derivados ao consumidor.
O “Açoriano Oriental” visitou diversas superfícies comerciais e verificou uma subida substancial no preço de leite e derivados, como a manteiga e ....chocolates.
Por exemplo, enquanto um litro de leite custava cerca de 54 cêntimos no início do ano, actualmente o valor ronda os 68 cêntimos.
AAssociação Agrícola de São Miguel (AASM) considera que os aumentos do preço do leite são desproporcionais aos aumentos concedidos aos produtores, explicando que este ano os aumentos foram de seis cêntimos para o leite normal e de sete cêntimos para o leite frio.
Jorge Rita, presidente da AASM, acusa que as alterações no preço do leite está a “aumentar as receitas das Indústrias”, porque “o consumidor paga o dobro do aumento realizado aos produtores”, gerando maiores receitas líquidas para a Indústria.
“Lamentamos que nesta situação seja o produtor e consumidor a aumentar os lucros das Indústrias”, refere.

Lavoura luta com indústria
Os associados da Associação de Agricultores de São Miguel vão receber indicações para vender as suas novilhas de forma a diminuir a quantidade de leite na Região e obrigar as Indústrias a subir o preço do leite. 
A medida será hoje anunciada por Jorge Rita, durante um encontro com os agricultores, em Santana.
“Se a Indústria não pagar mais pelo preço do leite vamos pedir aos associados para exportar as novilhas, que vai custar bastante num futuro próximo, mas poderá ser a solução para salvaguardar os rendimentos dos produtores”, afirma o presidente da maior associação de agricultores da Região. 
Jorge Rita considera que a aplicação desta medida não “é uma irresponsabilidade”, mas, antes, um alerta para “a Indústria perceber que precisa de pagar mais pelo leite”, frisou.
A aplicação desta medida de pressão será analisada, hoje, pelos agricultores durante o 1º Leilão de Novilhas Gestantes da Raça Holstein Frísia, que se realiza às 11h00, no parque de Leilões, em Santana.
Caso o plano seja aprovado os agricultores vão diminuir as despesas com a produção e obrigar as Indústrias a subir o preço do leite.
Jorge Rita revela que a Industria deveria aumentar até ao final do ano “em quatro cêntimos o litro de leite pago ao produtor”, de forma a “equilibrar a subida verificada com os produtores do Continente. Actualmente, um produtor de leite nos Açores recebe 30 cêntimos por litro de leite, enquanto no Continente os agricultores recebem 42 cêntimos.
Em virtude desta situação, Jorge Rita, julga que será “imoral” se a Indústria não aumentar o preço do leite pago ao produtor, porque actualmente “apenas está a engordar os seus cofres”.
Jorge Rita sublinha que “ultimamente aconteceram subidas com regularidade no preço do leite, porque existe uma grande procura” e as Indústrias estão a fazer “uma grande pressão sobre os produtores para mudarem de fábrica]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Arroba chega a R$74</title>
        <pubDate>08/05/2008</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=31</link>
        <description><![CDATA[Arroba chega a R$ 74

Com escassez de animais terminados – prontos – no Estado, e alta demanda do mercado, arroba pode avançar para R$ 80


 
 
Pecuaristas reclamam do aumento do custo de produção, mas acreditam em novas valorizações da arroba para Mato Grosso 
 
MARCONDES MACIEL
Da Reportagem

Com uma valorização de 23% sobre os preços de janeiro, quando a arroba estava sendo comercializada por R$ 60 nas regiões habilitadas à exportação, o boi gordo atingiu ontem o seu preço máximo em Mato Grosso ao ser negociado por até R$ 74 nas praças de Cuiabá, Rondonópolis e Barra do Garças. 

“Os preços estão nessa ordem em função da forte demanda do mercado, que impõe a compra pelos frigoríficos de uma escala curta de abate”, disse o coordenador do Centro de Comercialização de Bovinos (Centro-Boi) da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado, Luiz Heraldo Padilha. 

A alta, contudo, poderá continuar a sua trajetória nos próximos meses, já que o mercado futuro vem puxando os preços para cima. “Temos informações de que os preços da arroba do boi gordo, na Bolsa de Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&F), se firmaram em R$ 80 para os meses outubro e novembro”, revelou. 

Ainda assim, Padilha evita recomendar a venda antecipada a preços nesses patamares. “O mercado, na verdade, pode apresentar novidades nos próximos meses, pois há fatores que podem puxar o preço para cima do boi gordo, como a esperada liberação das compras pela Europa. Se isto acontecer, os preços da arroba poderão valorizar um pouco mais acima do que o mercado futuro está sinalizando”. 

A recuperação dos preços para o produtor é explicada pela menor oferta de bois de pasto nesta época do ano e pela comercialização de gado confinado, que é mais caro e responde hoje por cerca de 80% de todo o volume de abate no Estado. 

A reação nos preços da arroba do boi gordo confirma a previsão dos pecuaristas, que apontavam a recuperação dos preços devido à redução da oferta de bois de pasto e confinados. Segundo os produtores, o consumo interno também vem aumentando. “Aliado a este fator, tivemos o prolongamento da estiagem e a desova de gado confinado em uma época mais cedo do que a esperada”, afirma o diretor executivo da Associação dos Proprietários Rurais do Estado de Mato Grosso (APR/MT), Paulo Resende. 

Ele admite que está havendo uma recuperação da renda para o produtor, mas os preços da arroba ainda não são os ideais. “O pecuarista hoje está em uma situação mais confortável e o invernista começa a recuperar os prejuízos. Mas ainda estamos longe do preço ideal, que seria de R$ 80/arroba para que possamos ter algum ganho real com a pecuária de corte”. 

Segundo ele, com a alta da mineralização do rebanho, a lucratividade do pecuarista “é quase zero”. “Estamos quase empatando e isso não é bom para quem está em uma atividade arriscada”. 

Resende informou que a oferta de boi gordo ainda está escassa. “As escalas dos frigoríficos estão para dois ou três dias. Não tem mercadoria”. 

Ele explicou que a escassez é devido à matança indiscriminada de matrizes (fêmeas) nos últimos dois anos. “A atividade estava quase insustentável, por isso os pecuaristas abateram vacas para reduzir o rebanho”. Outro motivo da escassez de animais é a antecipação do abate de animais de confinamento, no ano passado. “Com isso, houve forte redução na oferta de animais terminados (prontos) tanto de fêmeas quanto de machos”. 

A APR diz que a tendência é de que os preços se mantenham por mais alguns dias e depois subam em função do início da entressafra. 

Diário de Cuiabá-
Quinta ,08 de Maio de 2008     




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        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
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        <title>Boi acumula alta de 18%</title>
        <pubDate>05/06/2008</pubDate>
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  Boi acumula alta de 18% 
Só em maio, valorização foi de 9,31%; estimativa é a de que até o fim do ano preço da arroba seja negociado por R$ 100 

Alexandre Inacio 

Os preços médios do boi gordo, calculados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP), tiveram valorização de 9,31% em maio e acumulam alta de 18,16% ao longo dos primeiros cinco meses deste ano. Na semana passada, as cotações da arroba subiram 3,64%.

O aumento de preços reflete a baixa oferta de animais para abate, em todas as praças de negociação do País. Normalmente, nesta época do ano deveria estar ocorrendo o pico da safra, com maior disponibilidade de boi gordo para abate e, teoricamente, cotações nos patamares mais baixos do ano e indústrias podendo se programar em relação às suas escalas.

Diante desse cenário, a expectativa é a de que os preços atinjam patamares ainda mais elevados a partir dos próximos meses. Já existe um consenso no mercado de que, em outubro, os preços teriam força para chegar aos R$ 90 por arroba, pelo menos. Há quem diga que os R$ 100 serão atingidos e até mesmo superados até o fim deste ano, já que a oferta tende a ser cada vez menor, mesmo com a entrada dos animais de confinamento.

Por enquanto, frigoríficos seguem trabalhando com escalas curtas e incompletas, formadas, em grande parte, por lotes pequenos e de diferentes propriedades. Pecuaristas, por sua vez, continuam firmes e retraídos, pretendendo negociar em valores acima dos atuais, enquanto as pastagens forem capazes de continuar alimentando os animais. Para essa semana, os negócios devem continuar com volumes reduzidos, mesmo com os reajustes das indústrias.
 O Estado de São Paulo-
Quarta-feira, 04 de Junho de 2008
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        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
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