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    <title>Notícias Agroforn</title>
    <link>http://www.agroforn.com.br</link>
    <description>Notícias Agroforn</description>
    <language>pt-br</language>
    <webMaster>webtask@webtask.com.br</webMaster>
          <item>
        <title>Adapec inicia pesquisa de circulação viral da febre aftosa em bovinos</title>
        <pubDate>28/09/2010</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=33</link>
        <description><![CDATA[Com o objetivo de verificar a ausência de atividade viral da febre aftosa no rebanho tocantinense e preservar a manutenção do status sanitário, de livre da doença com vacinação, a Adapec - Agência de Defesa Agropecuária - começa nesta terça-feira, 28, mais um Inquérito Soroepidemiológico. A ação deve durar até o dia 22 de outubro. A expectativa é percorrer 47 propriedades rurais, em 37 municípios do Estado e coletar amostras em 1.396 bovinos com idade de seis a 12 meses.
O presidente da Adapec, José Luciano Azevedo, explica que os inquéritos são preconizados pelo Mapa - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - e estão ocorrendo em todos os estados considerados zona livre de febre aftosa. “Já estamos realizando o segundo estudo epidemiológico da enfermidade, este ano. Estamos confiantes porque alcançamos altos índices de cobertura vacinal nas campanhas anuais e o produtor tem demonstrado compromisso com a saúde animal”, destaca.

As informações são da assessoria de imprensa da Adapec - Agência de Defesa Agropecuária.

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        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Produtores estão negligenciando medida que previne ferrugem da soja</title>
        <pubDate>28/09/2010</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=34</link>
        <description><![CDATA[Brasília - O vazio sanitário, como é chamado o período da entressafra quando os agricultores não devem plantar soja para evitar a proliferação da ferrugem asiática, a pior praga que ataca essa cultura, não vem sendo seguido como deveria por boa parte dos sojicultores. Segundo o presidente da Câmara Setorial de Insumos, Cristiano Valter Simon, é preciso reforçar as campanhas de governo para conscientizar os produtores e conter o avanço da praga.
“Eles não respeitam porque não sabem. Além disso, o período é diferente em cada estado”, explicou Simon, reforçando a necessidade das campanhas regionais. Para ele, a divulgação é essencial para que o vazio sanitário seja cumprido, e deu como exemplo a campanha brasileira de recolhimento de embalagens de agrotóxicos, que chegou à marca de 95% de retorno e tem reconhecimento internacional.
A ferrugem asiática reduz a produtividade da soja pelo desfolhamento precoce da planta. Ela foi observada pela primeira vez no Japão em 1902, mas só apareceu no Brasil na safra 2000/2001. Em 2006, os estados de Mato Grosso e Goiás, que estão entre os maiores produtores de soja do país, lançaram instruções normativas regulamentando o vazio sanitário. São 90 dias sem soja durante a entressafra, incluindo a eliminação das plantas voluntárias.
O coordenador-geral de Agrotóxicos do Ministério da Agricultura, Luís Carlos Rangel, reconheceu que o vazio sanitário precisa de um “reforço” na divulgação, na adesão dos produtores e também na fiscalização. “No começo da campanha a adesão foi boa, mas, com o tempo, os agricultores deixaram de acompanhar”.


Danilo Macedo
Repórter da Agência Brasil 
Edição: Vinicius Doria

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        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Preço do algodão praticamente dobrou em 2010 </title>
        <pubDate>28/09/2010</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=36</link>
        <description><![CDATA[O preço do algodão no mercado brasileiro e internacional teve forte alta em 2010.
De acordo com os números do CEPEA (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o valor pago pela libra-peso do algodão em pluma (equivalente a 0,4535kg) passou de 110 centavos de reais em meados de 2009 para os atuais 209 centavos, alta de 88% em pouco mais de um ano.
As causas estão relacionadas à menor oferta interna e aos baixos estoques mundiais. A demanda também melhorou depois de passado o pior da crise global.
De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) a produção brasileira de algodão em pluma em 2009/2010 foi 2,3% menor, em relação ao ciclo anterior. Com relação aos estoques mundiais, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) estima uma redução de quase 30% na comparação com o ano passado.
A alta de preço levou, inclusive, à revisão de muitos contratos entre produtores e tradings, já que boa parte do produto é negociada antecipadamente.


Portal Ourofino 

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        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Safra de grãos 2009/2010 chega ao recorde de 149 milhões de toneladas</title>
        <pubDate>28/09/2010</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=37</link>
        <description><![CDATA[O Brasil chegou ao fim da safra 2009/2010 com colheita recorde de grãos: 148,99 milhões de toneladas, segundo divulgou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quinta-feira (09/09). O resultado é 10,3% superior às 135,13 milhões de toneladas da última safra – na comparação com o levantamento de agosto, houve aumento de 1,9 milhão de toneladas. 
Os principais responsáveis pelo crescimento foram o reajuste dos dados da área e a produtividade de milho nos estados de Goiás e Mato Grosso. 
A soja deve fechar o período com 68,69 milhões de toneladas, 20,2% a mais que no ciclo anterior. Para o milho segunda safra, o crescimento previsto é de 27,1%, com total de 20,04 milhões de toneladas. Toda a produção do cereal deverá atingir 56,12 milhões de toneladas, somadas a primeira e a segunda safras, com aumento de 10% em relação à temporada passada. 
A soja deve fechar o período com 68,69 milhões de toneladas, 20,2% a mais que no ciclo anterior. Para o milho segunda safra, o crescimento previsto é de 27,1%, com total de 20,04 milhões de toneladas. Toda a produção do cereal deverá atingir 56,12 milhões de toneladas, somadas a primeira e a segunda safras, com aumento de 10% em relação à temporada passada. 
Os números da área total cultivada com grãos no Brasil são semelhantes aos do último levantamento, com 47,32 milhões de hectares, 0,7% menos que na safra 2008/2009. O milho segunda safra teve aumento de 6,3% (307,1 mil hectares), saindo de 4,9 milhões de hectares para 5,2 milhões de hectares. A soja teve elevação de área de 7,9% (ou 1,7 milhão de hectares). 




por Globo Rural ]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Começa preparação da área para realização da Feira Florestal Brasileira</title>
        <pubDate>29/09/2010</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=38</link>
        <description><![CDATA[A comissão organizadora da Feira Florestal Brasileira – Expoforest 2011 e a equipe técnica da International Paper já iniciaram a preparação das áreas estática e dinâmica de silvicultura e do local onde ficará o estacionamento. O evento será realizado em 118 hectares do Horto Florestal Mogi Guaçu, pertence à IP, de 13 a 15 de abril, no município de Mogi Guaçu (SP). Com foco na produção de madeira, que vai desde a produção de mudas e o plantio, passando pela colheita, até o transporte, esta será a primeira feira dinâmica do setor florestal na América Latina, na qual os visitantes terão a oportunidade de ver na prática as novas tecnologias que contribuem para a melhoria da competitividade no setor. 
Nesta primeira fase, está sendo feita a colheita de cerca de 10 hectares do reflorestamento de eucalipto clonal. Em parte dessa área, algumas empresas de silvicultura farão plantios para demonstrar a eficácia de seus produtos. A Forestech Soluções Florestais, por exemplo, vai levar para a feira todo o portfólio de produtos que a empresa representa, além de novas formulações de fertilizantes especiais para o segmento florestal. A Hydroplan-EB, especializada em tecnologia, produtos e serviços para otimização dos recursos hídricos, vai apresentar produtos como o gel para plantio e o HB 10, um polímero para irrigação da terra. Já a Roster, irá expor uma evolução da plantadora Bioflora Pd 5hd, única no mercado que contempla todos os processos do plantio de mudas. 
O estacionamento está sendo preparado para ter um espaço exclusivo para os expositores e outro para receber os visitantes que utilizarem carros e ônibus. A partir de novembro, após a aprovação final da planta pelo conselho gestor da feira, começa a preparação da trilha da área dinâmica de colheita de madeira, na qual estarão empresas como Caterpillar, John Deere, Komatsu Forest, Penzsaur, Ponsse, Tigercat, Randon Veículos, TMO Equipamentos Florestais, Macedo Forest, Motocana, Guarany, HFort, Oregon, entre outras que estão para confirmar participação.
Mais informações: www.expoforest.com.br / +55 41 3049.7888 


Fonte: Assessoria de Imprensa EXPOFOREST 

INTERACT Comunicação Empresarial 

41 3079.2719 / 41.9997.2971
]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Economia agrícola e ecologia</title>
        <pubDate>29/09/2010</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=39</link>
        <description><![CDATA[A agricultura pode ser vista por várias óticas.
Pela ótica conservadora, a agricultura obedece aos conceitos cartesiano, simplista e reducionista. Estes conceitos são necessários para entender o funcionamento de cada fase do mecanismo cíclico agrícola, que vai desde o preparo do terreno até a comercialização dos produtos propriamente ditos, e destes retornando em forma de investimento monetário para a expansão ou manutenção dos meios de produção.
Já pela ótica sistêmica, a agricultura é vista como um processo que sofre e exerce pressões sobre os seus integrantes. Existe a preocupação com o fluxo de energia, de onde vem e para onde vai. São considerados aspectos muitas vezes de difícil mensuração, tais como: o valor da fertilidade do solo, o tempo de produção, os aspectos culturais que envolvem os atores inseridos dentro do sistema de produção, entre outros.
Neste contexto surge o conceito de agroecossistema. O patenteamento de sementes (e os conflitos em relação ao patrimônio genético), a poluição das águas superficiais com resíduos de fertilizantes e pesticidas (herbicidas, inseticidas e fungicidas), a alteração genética de plantas e animais, a destruição de habitats (com a conseqüente extinção de espécies animais, vegetais e de microrganismos), têm criado um movimento ecológico que prega a necessidade de métodos alternativos de produção (como a agricultura orgânica e a permacultura).

]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Renovação da Frota</title>
        <pubDate>29/09/2010</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=40</link>
        <description><![CDATA[Certos grãos, como a soja, têm um momento ideal para serem colhidos. Colheitas realizadas antes ou depois do ponto certo podem comprometer parte do trabalho realizado até aquele momento e acarretar prejuízos para os produtores. Quem depende de colheitadeiras alugadas, nem sempre pode escolher o melhor momento para colher. Máquinas com idade avançada podem quebrar em meio à colheita e atrasar o trabalho. Ou deixar uma parte da safra caída na lavoura. Por isso, o tamanho e a idade da frota são fatores decisivos para o bom resultado de uma safra. Especialmente em tempos de margens de lucro apertadas, quando nenhum grão pode ser desperdiçado.
No Brasil, a idade média da frota de colheitadeiras está acima de 12 anos. É alta, dizem especialistas, que consideram seis ou sete anos limites mais aceitáveis. Um mercado potencial para 10 mil colheitadeiras no país – cerca de 3 mil no Rio Grande do Sul–, como o estimado pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), não, é, portanto, nenhuma miragem. Essa meta pode ser alcançada pela indústria nos próximos anos se linhas de crédito com juros amigáveis, como o Mais Alimentos e o PSI, continuarem assegurando o acesso de médios e pequenos produtores – ainda que reunidos em grupos – à mecanização.


Coluna Olhar do Campo]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Alta Floresta: silagem de cana será tema de dia de campo</title>
        <pubDate>11/10/2010</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=41</link>
        <description><![CDATA[Neste sábado, produtores altaflorestenses poderão conhecer alternativas para alimentação animal com baixo custo, tendo a cana de açúcar como base de forrageira. O tema será trabalhado em um dia de campo, na fazenda Matrinchã, na comunidade Santa Rita, a partir das 8h. 

A alternativa tem como base, segundo o secretário de Agricultura, Chico Gamba, o período de seca em que vários produtores encontram dificuldades para manter o gado em boas condições para a comercialização. “Estamos buscando meios para poder levar aos produtores uma forma mais barata para fazer a silagem, que normalmente é feito com milho, mas o uso da cana fica muito mais fácil e prático”, disse, por meio da assessoria. 
]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Algodão: produção nacional cai 2,5% e em MT, 5,4%</title>
        <pubDate>11/10/2010</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=42</link>
        <description><![CDATA[Encerrado os trabalhos da safra 2009/10 do algodão, os números finais da produção brasileira foram contabilizados. Segundo informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção nacional caiu 2,5% e ficou estimado em 3.028 mil toneladas. Em Mato Grosso, a queda na produção foi de 5,4% ou 1.489 mil toneladas.
Dos três principais produtores brasileiros, apenas a Bahia obteve crescimento da produção do algodão. O estado teve um avanço de 7,8%. Mesmo com o aumento da produção de outros estados e a queda registrada em Mato Grosso, o Estado permanece como o principal produtor nacional da pluma.
A participação de Mato Grosso na produção nacional representa 49%. Após o Estado, Bahia e Goiás são responsáveis por 34% e 7% da produção brasileira de algodão, respectivamente. 


Autor: Só Notícias/Alex Fama ]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Soja</title>
        <pubDate>27/06/2011</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=52</link>
        <description><![CDATA[Ferroeste vai diminuir tempo gasto com transporte de grãos(27/06/2011)
Com a construção da Ferroeste cairá de três dias para 18 horas o tempo gasto com o transporte de grãos de Mato Grosso do Sul até Paranaguá.  

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Compra coletiva de insumos auxilia no combate à crise da lavoura(27/06/2011)
Enquanto lideranças setoriais vão até a classe política em busca de melhores condições de comercialização do arroz, a preparação para a nova safra não para 

 
Ferroeste vai diminuir tempo gasto com transporte de grãos(27/06/2011)
Com a construção da Ferroeste cairá de três dias para 18 horas o tempo gasto com o transporte de grãos de Mato Grosso do Sul até Paranaguá.  

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Compra coletiva de insumos auxilia no combate à crise da lavoura(27/06/2011)
Enquanto lideranças setoriais vão até a classe política em busca de melhores condições de comercialização do arroz, a preparação para a nova safra não para 
 
 Rentabilidade da Soja (Grão) 22/06/2011(22/06/2011)
Confira se o produtor está tendo lucro ou prejuízo na comercialização da soja, em diversas regiões do Brasil.

]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Algodão   2011</title>
        <pubDate>28/06/2011</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=53</link>
        <description><![CDATA[Oferta reduzida no mundo e preços em alta são os responsáveis pelo impulso à produção no país
por Globo Rural Online 
A safra 2010/2011 de algodão, que teve início em novembro, as perspectivas são positivas. Segundo a consultoria AgraFNP, os preços externos em franca elevação, os baixos estoques nos Estados Unidos, a quebra de safra no Paquistão e a redução das exportações da Índia sustentam o otimismo para a próxima safra. Além disso, o consumo em 2010 surpreendeu o mercado, que não esperava uma demanda tão aquecida. 

A recuperação do mercado deve manter o setor de algodão em alta durante o próximo ano, de acordo com a AgraFNP. Para os analistas da consultoria, a área semeada com algodão deve ficar em 1,093 milhão de hectares, alta de aproximadamente 31% em relação à temporada passada. A produção brasileira da pluma deve atingir 1,695 milhão de toneladas, desempenho 42% superior ao obtido no ciclo 2009/2010. 

Ainda sim, devido às condições climáticas, parte deste aumento deverá ocorrer no plantio da primeira safra, diferente do cenário observado na safra 2009/2010, que teve mais de 60% da área de algodão plantada na segunda safra. 



 Polos de produção em expansão



Os estados do Mato Grosso do Sul e Goiás devem registrar expressivos aumentos de áreas. Em Mato Grosso do Sul, de uma área de 38,6 mil hectares na safra 2009/2010, a expectativa é de que sejam plantados 52,2 mil hectares. Em Goiás, a estimativa é que sejam semeados 72 mil hectares, contra 56,7 mil hectares na temporada passada. 

Os cotonicultores do oeste baiano também devem investir mais na cultura para aproveitar a fase de cotações em alta. Na última temporada, o algodão ocupou pouco mais 260 mil hectares e na temporada atual deve chegar a 326 mil hectares, segundo a AgraFNP. 

Na região de Paranapanema, principal polo produtor de São Paulo, os cotonicultores pretendem semear mais de 12 mil hectares com algodão, frente aos três mil hectares no ciclo 2009/2010. No Paraná, a região de destaque é a de Cornélio Procópio, onde produtores plantarão pouco mais de 800 hectares com a cultura. 

As estimativas iniciais da AgraFNP indicam que a produtividade média brasileira de algodão em caroço no ciclo 2010/2011 pode superar a de 2007/2008. A expectativa é de sejam alcançadas 3,9 toneladas por hectare, aumento de 7,4% em relação à safra passada e 2,4% a mais se comparado a 2007/2008. 

O aumento esperado na produção nacional de algodão deve encontrar um mercado ativo na temporada 2010/2011. O crescimento projetado da produção física da indústria têxtil brasileira é de aproximadamente 16% em 2010. Há expectativa de elevação também para 2011, ainda que não tão grande quanto no ano anterior. Deve-se manter na casa de 5%, o que é suficiente para manter a demanda relativamente aquecida, de acordo com a AgraFNP.
]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Milho 2011</title>
        <pubDate>28/06/2011</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=54</link>
        <description><![CDATA[Milho: estoque inicial de 2011 pode atender 20% do consumo previsto


Em seu último relatório, divulgado na semana passada, sobre as tendências da produção mundial de milho na safra de 2011, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) estima que o consumo total brasileiro no ano que vem deve chegar aos 48,3 milhões de toneladas, 85% das quais serão destinadas exclusivamente à produção de rações.

Considerada essa projeção e as previsões, também recentes, da CONAB acerca do possível estoque final de milho na presente safra, constata-se que o estoque inicial de 2011 poderá suprir mais de um quinto do consumo total previsto. Esse será o quarto índice mais elevado dos últimos 10 anos, permanecendo não muito distante do recorde observado em 2009.

No ano passado, graças à excelente safra de 2008, o exercício foi aberto com uma safra inicial próxima dos 12 milhões de toneladas, volume que correspondeu a mais de um quarto (26,29%) do consumo total estimado pela CONAB para o ano. Em 2010 a relação estoque inicial/consumo previsto sofreu ligeira redução, mas continua a atender mais de um quinto do consumo projetado.

Note-se que essas são situações bem diferentes daquelas observadas, em especial, no triênio 2006-2008, ocasião em que os estoques iniciais de milho atenderam a menos de 10% da demanda anual.

Note-se, de toda forma, que embora o estoque inicial de 2011 possa, como ocorreu em 2009 e 2010, continuar superando os 10 milhões de toneladas (a mais recente previsão da CONAB é a de que o ano seja encerrado com um estoque de 10,127 milhões de toneladas), a relação estoque/consumo será inferior à de 2004, ano em que o volume estocado no início do exercício correspondeu a quase 22,5% do total consumido no ano]]></description>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <category>Notícias</category>
       </item>
      
             <item>
        <title>Grãos</title>
        <pubDate>28/06/2011</pubDate>
        <link>http://www.agroforn.com.br/noticias.php?noticiaId=55</link>
        <description><![CDATA[Safra de grãos deve crescer 1,5% e ultrapassar 33 milhões de ton no PR

27/06/11 - 15:30 
A Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento prevê que a produção total de grãos no Paraná poderá alcançar 33,31 milhões de toneladas na safra 2010/11, volume 1,5% maior que o da safra anterior, quando foram colhidas 32,82 milhões de toneladas. A consolidação dessa estimativa – liderada pela safra de verão, que atingiu 21,98 milhões de toneladas – depende da produção de milho da segunda safra e do trigo, cujas lavouras ainda estão em desenvolvimento.

De acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral), essa previsão poderá sofrer alterações no próximo mês em decorrência das quedas de temperaturas que atingiram praticamente todo o Estado na madrugada desta segunda-feira (27). Foi registrada a primeira geada do ano com abrangência em todas as regiões do Estado, com variadas intensidades: desde temperaturas negativas de -3,4ºC na região de Guarapuava, que foram as menores do Estado, até 8ºC no Litoral do Estado.

A safra de grãos 2010/11 está apresentando um bom desempenho em função das boas condições de clima durante o desenvolvimento das lavouras e da utilização de tecnologia por parte do produtor rural, que tem auxiliado no enfrentamento das adversidades climáticas. Segundo o chefe da conjuntura do Deral, Marcelo Garrido, não fosse a aplicação de tecnologia dificilmente o produtor paranaense teria evitado perdas severas na produção de grãos durante estiagem ocorrida em maio desse ano.

SOJA – A safra de verão foi liderada pela produção de soja, que rendeu um volume de 15,31 milhões de toneladas, cerca de 10% acima da projeção inicial feita pelo Deral. O aumento na produção ocorreu em função do conjunto de fatores, como área plantada maior e produtividade recorde: 3.400 quilos por hectare colhidos, em média, nas lavouras paranaenses.

MILHO – O milho da primeira safra rendeu um volume de 5,93 milhões de toneladas, 8% acima do esperado. O Paraná plantou a menor área com milho nesse período do ano desde a década de 60, mas a produtividade mudou de patamar no Estado, saindo de uma média de 5.500 a 6.000 quilos por hectare para uma média de 7.874 quilos.

FEIJÃO – A produção total de feijão, considerando as três safras plantadas no Estado, está rendendo um volume de 837 mil toneladas, que corresponde a um crescimento de 5,7% em relação à safra 2010, cuja produção alcançou 792 mil toneladas. Segundo Garrido, a produção foi boa no Paraná mas os produtores não ficaram satisfeitos com a comercialização. Os preços ficaram abaixo do preço mínimo de garantia do governo federal, que é de R$ 80,00 a saca.

SEGUNDA SAFRA – Na reavaliação da previsão do milho da segunda safra, a área plantada cresceu 6,8%, passando de uma expectativa inicial de 1,62 milhão de hectares para 1,73 milhão de hectares. Em relação à área cultivada em igual período do ano passado, a área plantada com milho da segunda safra cresceu 27% no Paraná, devendo apresentar uma produção de 7,44 milhões de toneladas.

Esse volume já embute uma quebra de 8,4% na previsão de produção, provocada pela estiagem ocorrida em maio. Mesmo com a falta de chuvas, a produção a ser colhida é recorde e 9% maior em relação à segunda safra do ano passado, quando foram colhidas 6,82 milhões de toneladas.

GEADAS – Garrido chama a atenção para uma provável alteração na previsão de produção do milho da segunda safra 2011 em função das geadas ocorridas na madrugada desta segunda-feira. Há relatos de geadas médias a fortes nas principais regiões produtoras de milho, que poderão influenciar no resultado final da produção. Na principal região produtora de milho da segunda safra, no Oeste do Estado, as temperaturas registradas foram negativas em -1º C, no Norte com 2,7º C e na região Central com 0ºC.

Segundo o serviço de Alerta Geada do Iapar, divulgado nesta segunda-feira (27), o frio se intensifica em todo o Estado na terça-feira (28), com nova formação de geadas, inclusive na região Norte. Permanece a previsão de geadas fortes nos Campos Gerais, Sul, Centro e Oeste Paranaense.

TRIGO – As lavouras de trigo apresentam uma quebra de 2% em relação à expectativa inicial, devendo ser colhidas 2,8 milhões de toneladas, cerca de 860 mil toneladas a menos que a projeção inicial feita pelo Deral. A quebra de safra também foi provocada pela estiagem ocorrida em maio, mas o resultado final ainda poderá ser revertido diante do desempenho da cultura em outras regiões. Por enquanto a queda de temperaturas não afetou a cultura e as perdas previstas podem se reverter, informa o Deral.
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        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
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