<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1" ?><rss version="2.0">
  <channel>
    <title>Dicas Agroforn</title>
    <link>http://www.agroforn.com.br</link>
    <description>Dicas Agroforn</description>
    <language>pt-br</language>
    <webMaster>luiz@webtask.com.br</webMaster>
          <item>
        <title> Enfardamento do Feno</title>
        <pubDate>26/05/2007</pubDate>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <link>http://www.agroforn.com.br/dicas.php?dicaId=1</link>
        <description><![CDATA[Depois de seco, o feno deve ser removido do campo o mais rápido possível. Para isso, são utilizados equipamentos denominados enfardadeiras, que recolhem o material diretamente das leiras e produzem fardos de alta densidade, o que facilita o manuseio, o transporte e o armazenamento do feno.(bom exemplo de texto didático). Principais tipos de enfardadeiras:

<strong>a) Enfardadeira Automática de Fardo Retangular</strong> 

 Características Técnicas Operacionais: 

<ul>
<li>- Engate no terceiro ponto do trator.</li>
<li>- Acionamento pela tomada de força, por meio de sistema de transmissão com juntas universais.</li>
<li>- Potência requerida na tomada de força: acima de 25 HP e 540 rpm; velocidade de trabalho: 4 a 10 km/h.</li>
<li>- Rendimento: até 400 fardos por hora, com peso entre 12 a 25 kg.</li>
<li>- Recolhedor frontal de feno, com 1,4 a 2,8 m de largura, e altura ajustável.</li>
<li>- Rosca sem fim ou garfos alimentadores, que transportam o feno do recolhedor ao interior da câmara de enfardamento.</li>
<li>- Câmara de enfardamento com 30a 35 cm de altura, 40a 50 cm de largura e 120a 130 cm de comprimento, no interior da qual se move um pistão que atua comprimindo o fardo de feno.</li>
<li>- Mecanismo automático de amarração do fardo, com dois cordões, formado por duas agulhas e nosadores.</li>
<li>- Contador automático de fardos.</li>
</ul>
<br />
 <strong>b) Enfardadeira de Fardos Cilíndricos ou Rolões</strong> 
 Recolhe o feno diretamente das leiras e produz fardos cilíndricos ou rolões, com 1,5 m de comprimento e até 1,8 m 
de diâmetro e peso de 300 a 500 kg. O rendimento é de até 8 t/h. <br/>Características Técnicas e Operacionais: 

<ul><li>- Acionada pela tomada de força e sistema hidráulico do trator; conjunto recolhedor, com regulagem de altura.</li>
<li>- Compactador ou prensa, constituído de rolos compactadores reguláveis, correias planas e molas tensionadoras.</li>
<li>- Amarrador com corda de sisal.</li>
<li>- Descarregador com abertura por cilindros hidráulicos.</li></ul>

 Esse tipo de equipamento é pouco disponível no mercado nacional. O manuseio dos fardos requer o uso de guinchos ou de implementos apropriados, considerando o peso elevado. 
 A conformação dos fardos previne a penetração de água de chuva, permitindo que sejam armazenados no próprio campo, com economia de mão-de-obra, porém sujeito a perdas elevadas. 
<br/>
 <i>Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa</i>
 Autor(es):  José Ladeira da Costa ; Humberto Resende  ]]></description>
        <category>Dicas</category>
       </item>
             <item>
        <title> Armazenamento do Feno</title>
        <pubDate>26/05/2007</pubDate>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <link>http://www.agroforn.com.br/dicas.php?dicaId=2</link>
        <description><![CDATA[<strong>Armazenamento em medas no campo</strong>

 O armazenamento em medas é indicado para fenos de qualidade inferior, ou para o aproveitamento de restos culturais, tais como palhada de arroz, de feijão etc. 
 As medas, de fácil construção e baixo custo, podem ser feitas no próprio campo de produção do feno ou junto ao estábulo, em local plano, bem drenado e de fácil acesso aos animais, de modo a permitir a auto-alimentação. 
 O formato apropriado para as medas é o circular, com o diâmetro aumentando ligeiramente desde a base até a 2/3 da altura e, a seguir, tomando a forma cônica; com altura igual a duas vezes o diâmetro da base. Esta configuração assegura maior estabilidade da meda e proteção contra chuvas. 
 O tamanho da meda depende da quantidade de feno, devendo-se limitar a 4 m de altura. Acima disso, o manuseio do feno é dificultado, sendo apropriada a construção de maior número de medas menores, se necessário. A densidade do feno em medas varia de 80 a 100 kg/m3. <br/>

<br/>
 <strong>Passos a serem seguidos na construção de medas:</strong> 
<ul>
<li>1. Efetuar a limpeza do terreno e o desvio de enxurradas.</li>
<li>2.       Marcar a base da meda. Com a extremidade de uma corda fixada no centro do terreno, marcar um círculo limitando a área ocupada pela meda.</li>
<li>3.       Fixar o mastro tutor de madeira no centro do terreno. As dimensões do mastro dependem do tamanho das medas, variando de 3 a 5m de altura e 0,25 - 0,35 m de diâmetro.</li>
<li>4.       Preparar a base da meda. Colocar uma camada de brita de 2 a 3 cm sobre o piso na base da meda ou, opcionalmente, uma camada de 10 a 20 cm de palha de arroz, capim de baixa qualidade ou bagaço de cana, evitando o contato direto do feno com o solo, contribuindo para reduzir as perdas.</li>
<li>5.       Distribuir o feno em camadas superpostas, em torno do mastro observando-se o limite da meda, arranjadas de modo a garantir a estabilidade da meda.</li>
<li>6.       Fazer a compactação das camadas de feno, pisoteando-as. Repetir os passos cinco e seis, até a meda atingir a altura desejável, observando-se a configuração recomendada.</li>
<li>7.       Pentear a meda, usando garfo ou rastelo, para facilitar o escoamento da água de chuva. Cobrir o topo da meda com lona de plástico, protegendo-o contra chuvas. Para fixar a lona, usam-se pneus velhos ou sacos de areia.</li>
<li>8.       Construa uma cerca em torno das medas, protegendo-as dos animais.</li>
</ul>
<br/>
<strong>Armazenamento do feno em galpão</strong> 
O feno deve ser armazenado preferencialmente em galpões arejados e protegidos da umidade, nas formas de fardos ou a granel. 
A densidade do feno varia com o tipo de forragem e com a percentagem de umidade residual, de 100 a 300 g/m3, em fardos, a 80 a 150 kg/m3, quando a granel. Portanto, deve-se prever uma capacidade de armazenamento de 4 a 12 m3/tonelada de feno, dependendo da forma. 
Os fardos devem ser dispostos em pilhas sobre estrados de madeira, evitando o contato com o solo. 
Em fenos com mais de 25% de umidade, pode ocorrer o aparecimento de mofos, e o aquecimento. Para prevenir isso, as pilhas devem ser arranjadas de forma a manter espaços entre os fardos, para possibilitar maior arejamento e remoção de excessos de umidade. Nesse caso, se a temperatura atingir mais de 40ºC, as medas devem ser desfeitas (abertas), para maior arejamento. 

<i>Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa</i>
Autor(es):  José Ladeira da Costa ; Humberto Resende  ]]></description>
        <category>Dicas</category>
       </item>
             <item>
        <title> Ponto de Feno</title>
        <pubDate>26/05/2007</pubDate>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <link>http://www.agroforn.com.br/dicas.php?dicaId=4</link>
        <description><![CDATA[O feno deve ser recolhido com menos de 20% de umidade, para sua melhor conservação. Com 20% a 30% de umidade, estará sujeito ao desenvolvimento de mofos e ao aquecimento, pelo que exigirá condições de armazenamento que favoreçam a remoção do excesso de umidade.

Para averiguar se a forragem pode ser recolhida ou enfardada, recomenda-se tomar amostras em diferentes pontos das leiras e determinar a umidade residual, em fornos ou estufa, se possível, ou proceder a avaliações práticas.

Sugestões práticas para se avaliar a umidade do feno:

1.       Fechar com força a amostra de feno na mão; se a forrageira quebrar quase totalmente ou, ao abrir a mão, não tiver tendência a voltar à forma inicial, indica que o feno está em condições de ser enfardado.

2.    Tomar alguns caules, espremendo-os entre as unhas; se não aparecer umidade, o feno poderá ser enfardado. Em gramíneas, remova a bainha (parte da folha que envolve o caule) e esprema a porção próxima ao nó. 

<i>Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa</i>  Autor(es):  José Ladeira da Costa ; Humberto Resende.]]></description>
        <category>Dicas</category>
       </item>
             <item>
        <title> Áreas Exclusivas para Feno</title>
        <pubDate>26/05/2007</pubDate>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <link>http://www.agroforn.com.br/dicas.php?dicaId=3</link>
        <description><![CDATA[Envolve a utilização de áreas mecanizáveis, cultivadas com espécies forrageiras melhoradas de elevado rendimento e alto valor nutritivo, e que possuam características favoráveis à fenação (facilidade e tolerância a cortes mecânicos freqüentes; caules finos e elevada proporção de folha em relação aos caules, para facilitar a secagem). Exemplos: Cynodon dactilon (Coast-cross, Tifton 68 e 85, Florico e Forakirk), Cynodon nlemfluensis (Estrela-africana, Florona), Cloris gayana (capim Rhodes), Medicago sativa (alfafa), etc.

A área a ser cultivada deve ser plana ou com declividade favorável à mecanização, bem drenada e com solo fértil e profundo, principalmente para o cultivo de alfafa.

O tamanho do campo depende da necessidade de feno para o rebanho ou para comercialização e da produtividade de feno por área. O número de cortes por ano, em geral, varia de três a quatro em áreas não irrigadas e de quatro a oito, com o uso de irrigação. Em cada corte, a produção de feno esperada varia de 2 a 4 t/ha. Eventuais perdas totais de feno por corte ou por problemas de chuva devem ser consideradas.

Para o estabelecimento, manejo e utilização da forrageira para a produção de feno, uma série de práticas agrícolas devem ser adotadas, destacando-se:
<br/>
<strong>Preparo o solo</strong>
Deve incluir, além da aração e da gradagem, a remoção de obstáculos (tocos, raízes, pedaços de madeiras, cupinzeiros, pedras etc.) que possam danificar ou dificultar o funcionamento dos equipamentos para fenação, e a uniformização do terreno (o uso de grade niveladora é indicado).

Um bom preparo do solo é importante, por favorecer a incorporação de corretivos e fertilizantes, a semeadura, a germinação, a brotação uniforme das mudas, o desenvolvimento de um sistema radicular vigoroso e a maior retenção da água de chuva, resultando em maior produção de forragem.
<br/>
<strong>Calagem e Adubação</strong>

Feitas por ocasião do plantio, deverão ser baseadas nos resultados de análise do solo. A calagem e a adubação fosfatada, na maioria dos solos brasileiros, são práticas recomendadas.

Com referência à adubação de plantio, a Embrapa Gado de Leite recomenda apenas a utilização do fósforo, uma vez que o nitrogênio e o potássio, utilizados durante esta fase, podem ser supridos pela matéria orgânica que será mineralizada, disponibilizando esses nutrientes para o crescimento inicial das plantas. A recomendação da adubação fosfatada de plantio prende-se ao fato de ser o fósforo o nutriente mais importante durante as fases de germinação e estabelecimento da forrageira. A Embrapa Gado de Leite não tem recomendado a aplicação de nitrogênio e de potássio por ocasião do plantio, a não ser que os resultados de análise de solo indiquem uma deficiência pronunciada de matéria orgânica e de potássio na solução do solo.

Resultados de pesquisa conduzidos pela Embrapa Gado de Leite com capim-elefante cultivar Napier mostram que a quantidade de fósforo a ser aplicada por ocasião do plantio varia de 100 a 120 kg/ha de P2O5, correspondentes a 500 a 600 kg/ha de superfosfato simples, ou 222 a 267 kg/ha de superfosfato triplo. Esta sugestão também poderá ser recomendada para os gêneros Cynodon e Panicum. Para os gêneros Brachiaria e Setaria, e as quantidades poderão ser reduzidas, dependendo dos resultados de análise do solo.

Em regiões de comprovada deficiência de micronutrientes, há necessidade de que estes sejam aplicados por ocasião do plantio. Assim, recomenda-se a mesma adubação de micronutrientes recomendada para a cultura do milho nestas regiões, em geral, 30 a 50 kg/ha de FTE – BR12.
<br/>
<strong>Plantio e Tratos Culturais</strong>

Os métodos de plantio são aqueles apropriados para cada espécie forrageira, ou seja, para espécies que se multiplicam por semente, como é o caso do capim de Rhodes, Panicum maximum, da alfafa etc.; ou por mudas, como é o caso do Coast-cross, do estrela etc. Tanto no plantio de espécies que se multiplicam por mudas como no de espécies que se multiplicam por sementes, há necessidade de que o solo esteja bem preparado.

É necessário manter rigoroso controle das plantas daninhas, quer seja por capina, roçada, arranquio ou aplicação de herbicidas para não prejudicar o estabelecimento da forrageira e contaminar o feno com material indesejável, reduzindo sua qualidade.
<br/>
<strong>Adubação de Manutenção</strong>

A necessidade de adubação de manutenção está associada à elevada remoção de nutrientes do solo. Para efeito de cálculos, pode-se considerar uma remoção média de: 16 kg de N, 5 kg de P2O5 e 20 kg de K2O, para cada tonelada de feno produzido.

Para a reposição dos nutrientes, recomenda-se aplicar P de uma única vez no início do período chuvoso, enquanto as adubações com o N e K deverão ser fracionadas e aplicadas após cada corte, durante o período chuvoso. Em áreas de produção de feno sob irrigação, este fracionamento deverá ser realizado durante todo o ano. A distribuição da adubação de manutenção deverá ser feita uniformemente sobre toda a área, usando-se adubadeiras de tração motorizada ou adubação manual. Os micronutrientes podem ser aplicados em dose única, juntamente com o P, no caso de solos reconhecidamente deficientes.

Para monitorar a fertilidade natural do solo, é recomendável que seja feita anualmente a amostragem do solo para fins de análise, visando à recomendação racional da adubação e calagem.

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa
Autor(es):  José Ladeira da Costa ; Humberto Resende ]]></description>
        <category>Dicas</category>
       </item>
             <item>
        <title> Feno</title>
        <pubDate>26/05/2007</pubDate>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <link>http://www.agroforn.com.br/dicas.php?dicaId=5</link>
        <description><![CDATA[Feno é um alimento volumoso preparado mediante o corte e desidratação de plantas forrageiras. Esse processo é denominado de fenação. Nesta forma, a forragem pode ser guardada, por vários meses, conservando o seu valor nutritivo.
Para se produzir feno, basicamente três atividades devem ser programadas:
<br/>
1) Produção de forragem
<br/>
2) Fenação, propriamente dita pelos processos mecanizado e manual (artesanal), em ambos envolvendo três etapas:
- corte da planta forrageira
- secagem ou desidratação das plantas cortadas
- enfardamento e recolhimento do feno
<br/>
3) Armazenamento do feno
<br/>
Durante a fenação ocorrem perdas e alterações na qualidade da forragem. Para melhorar a eficiência do processo, é fundamental o emprego de mão de obra treinada e a utilização dos procedimentos apropriados.
<br/>
<strong>Produção de Forragem</strong>
<ul>
<li>Para a produção de forragem, duas situações podem ser consideradas:</li>
<li>·         Aproveitamento do excedente de pasto.</li>
<li>·         Áreas exclusivas para produção intensiva de feno.</li>
</ul>
<br/>
<strong>Fenação</strong>
A época de colheita,  o ponto de feno, a qualidade do feno, a produção de feno intensivamente pelo processo mecanizado e a produção de feno pelo processo manual ou artesanal.
<br/>
<strong><a href="./suporte.php?dicaId=2">Armazenamento do Feno</strong>

<i>Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa</i> Autor(es):  José Ladeira da Costa ; Humberto Resende ]]></description>
        <category>Dicas</category>
       </item>
             <item>
        <title> Época da Colheita</title>
        <pubDate>26/05/2007</pubDate>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <link>http://www.agroforn.com.br/dicas.php?dicaId=6</link>
        <description><![CDATA[A colheita no momento certo, a secagem rápida e uniforme da forrageira, e o seu recolhimento com a umidade adequada, são condições fundamentais para a produção de feno de boa qualidade, independentemente do processo adotado.
O momento ideal para o corte é aquele em que a forrageira apresenta uma elevada concentração de nutrientes, além de um bom rendimento de forragem. Isso ocorre geralmente ainda no estágio vegetativo, quando é maior a proporção de folhas, a porção mais nutritiva da planta.
Ao estabelecer o manejo de corte, deve-se também levar em conta as condições que asseguram a persistência da forrageira, tais como a freqüência e a altura de corte.
Na secagem ou desidratação da forragem colhida, o conteúdo de umidade da planta, em geral variando de 75% a 80% no momento do corte, deve ser reduzido para níveis inferiores a 20%, no feno. Isso implica a evaporação de grande quantidade de água, duas a três toneladas de água para cada tonelada de feno produzido, no menor tempo possível. 
As condições ambientais que favorecem a secagem são: dias ensolarados, pouca nebulosidade, baixa umidade relativa do ar, ocorrência de ventos e temperaturas elevadas. 
A taxa de secagem é favorecida pela presença de maior proporção de folhas e de caules finos. O adequado processamento da forragem, espalhamento, viragem e enleiramento, contribui para acelerar e uniformizar a desidratação da planta. Nessas condições e com tempo bom, dois ou três dias serão suficientes para se produzir um feno de boa qualidade, desde que a forrageira seja colhida no momento ideal.
A ocorrência de chuva é o fator mais prejudicial à produção de feno. Resulta em maior tempo de permanência da forragem no campo, em prejuízo à qualidade do feno e em maiores riscos de perdas totais. Este fato determina a necessidade de o produtor manter-se atento à previsão do tempo e às primeiras indicações de mudanças tomar as providências adequadas para proteger o feno. 
A desidratação da forragem se processa até que a umidade do feno entre em equilíbrio com a umidade do ar, conforme a Tabela 1.
<br/>
<TABLE borderColor=#111111 cellSpacing=0 cellPadding=4 width=342 bgColor=#cccccc collapse>  <TBODY>  <TR>  <TD vAlign=top width=191 bgColor=#000080><FONT face=Arial color=#ffffff size=2><B>  <P align=center>Umidade Relativa do ar (%)</B></FONT></P></TD>  <TD vAlign=top width=135 bgColor=#000080><FONT face=Arial color=#ffffff size=2><B>  <P align=center>Umidade do Feno (%)</B></FONT></P></TD></TR>  <TR>  <TD vAlign=top width=191><FONT face=Arial size=2>  <P align=center>95</FONT></P></TD>  <TD vAlign=top width=135><FONT face=Arial size=2>  <P align=center>35</FONT></P></TD></TR>  <TR>  <TD vAlign=top width=191 bgColor=#ffffff><FONT face=Arial size=2>  <P align=center>90</FONT></P></TD>  <TD vAlign=top width=135 bgColor=#ffffff><FONT face=Arial size=2>  <P align=center>30</FONT></P></TD></TR>  <TR>  <TD vAlign=top width=191><FONT face=Arial size=2>  <P align=center>80</FONT></P></TD>  <TD vAlign=top width=135><FONT face=Arial size=2>  <P align=center>21,5</FONT></P></TD></TR>  <TR>  <TD vAlign=top width=191 bgColor=#ffffff><FONT face=Arial size=2>  <P align=center>77</FONT></P></TD>  <TD vAlign=top width=135 bgColor=#ffffff><FONT face=Arial size=2>  <P align=center>20</FONT></P></TD></TR>  <TR>  <TD vAlign=top width=191><FONT face=Arial size=2>  <P align=center>70</FONT></P></TD>  <TD vAlign=top width=135><FONT face=Arial size=2>  <P align=center>16</FONT></P></TD></TR>  <TR>  <TD vAlign=top width=191 bgColor=#ffffff><FONT face=Arial size=2>  <P align=center>60</FONT></P></TD>  <TD vAlign=top width=135 bgColor=#ffffff><FONT face=Arial size=2>  <P align=center>12,5</FONT></P></TD></TR></TBODY></TABLE>
 <br/>
A umidade relativa do ar varia durante o dia, sendo menor à tarde e elevada à noite, pelo que se justifica manter a forragem com baixa umidade, enleirado-a à noite e removendo as leiras durante o dia. O enleiramento durante a noite evita o reumedecimento.
As folhas perdem água mais rapidamente que o caule ou partes grossas da planta, atingindo o ponto de feno primeiro. A partir deste ponto é recomendável que a forragem seja mantida enleirada, para se obter uma secagem uniforme.
]]></description>
        <category>Dicas</category>
       </item>
             <item>
        <title>Secagem</title>
        <pubDate>20/07/2007</pubDate>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <link>http://www.agroforn.com.br/dicas.php?dicaId=7</link>
        <description><![CDATA[A forragem recém-colhida deve ser uniformemente espalhada. Após emurchecida, deve ser revolvida e espalhada. Convém expor o material mais úmido, evitando a compactação. Em condições favoráveis, a forragem ceifada pela manhã deve ser revolvida à tarde, entre as 13-15 horas. Deve-se usar garfo, rastelo ou outra ferramenta apropriada.

Esta operação deve ser repetida pela manhã (9 às 11 horas) e à tarde, nos dias seguintes. O próximo passo é enleirar a forragem com baixa umidade ao final do dia.

Neste ponto a forragem torna-se mais leve e o seu revolvimento é facilitado. Deve-se formar leiras fofas, para maior circulação de ar, com dimensões aproximadas de 1m de largura e 0,5m de altura. Virar as leiras, pela manhã e à tarde.

Ao atingir o ponto de feno, a forragem deve ser recolhida o mais rapidamente possível do campo. Se necessário permanecer temporariamente no campo, reunir o feno em montes, protegendo-os com lona plástica.]]></description>
        <category>Dicas</category>
       </item>
             <item>
        <title>Armazenamento do feno</title>
        <pubDate>20/07/2007</pubDate>
        <author>agroforn@agroforn.com.br</author>
        <link>http://www.agroforn.com.br/dicas.php?dicaId=8</link>
        <description><![CDATA[O armazenamento em medas é indicado para fenos de qualidade inferior.

As medas podem ser feitas no próprio campo de feno ou junto ao estábulo, em local drenado e de fácil acesso aos animais, de modo a permitir a auto-alimentação.

O formato apropriado para as medas é o circular, com o diâmetro aumentando ligeiramente desde a base até a 2/3 da altura e, a seguir, tomando a forma cônica; com altura igual a duas vezes o diâmetro da base. Esta configuração assegura maior estabilidade da meda e proteção contra chuvas.

O tamanho da meda depende da quantidade de feno, devendo-se limitar a 4m de altura. Acima disto, o manuseio do feno é dificultado, sendo apropriado a construção de maior número de medas menores, se necessário. A densidade do feno em medas varia de 80 a 100kg/m³.

O feno deve ser armazenado preferencialmente em galpões arejados e protegidos da umidade, nas formas de fardos ou a granel.

A densidade do feno varia com o tipo de forragem e com a percentagem de umidade residual, de 100 a 300kg/m³ em fardos de e 80 a 150kg/m³, quando a granel. Portanto, deve-se prever uma capacidade de armazenamento de 4 a 12 m³/tonelada de feno, dependendo da forma.

Os fardos devem ser dispostos em pilhas sobre estrados de madeira, evitando o contato com o solo. A elevação da temperatura do fardo indica umidade excessiva do feno. Neste caso, se a temperatura atingir mais de 40ºC, as medas devem ser desfeitas (abertas), para maior arejamento.

 

BOX 1

Para se obter maior rendimento e feno de melhor qualidade, são recomendados os seguintes procedimentos:

1- Adequado preparo do solo

2- Calagem e adubação

3- Cultive forrageiras produtivas e de fácil desidratação

4- Controle plantas daninhas

5- Adube após cada corte

6- Colha no estádio vegetativo

 

Ponto de feno

Algumas sugestões

• feche com força a amostra de feno na mão; se a forrageira quebrar quase totalmente ou, ao abrir a mão, não tiver tendência a voltar à forma inicial, indica que o feno está em condições de ser enfardado;

• tome alguns caules, espremendo-os entre as unhas; se não aparecer umidade o feno poderá ser enfardado. Em gramíneas, remova a bainha e esprema a porção próxima ao nó.]]></description>
        <category>Dicas</category>
       </item>
         
 </channel>
</rss>
