Ledura morta encontra mais espaço.
Out 05
05/10/2007

05/10/2007

Revista DBO: Levedura morta de cana encontra mais espaço na alimentação animal.

Veja mais informações na edição de setembro

Maristela Franco

Riquíssima em proteína, ela perde na concorrência com fontes tradicionais desse nutriente por questões de preço, mas pode ser excelente alternativa para quem está próximo às usinas produtoras ou deseja explorar suas "qualidades funcionais".

Pesquisas já comprovaram que a levedura inativa favorece o desenvolvimento das bactérias ruminais, além de atuar como absorvente de micotoxinas, palatabilizante e imonoestimulante. Ela tem sido empregada (com várias ou apenas uma dessas funções) em dietas de vacas leiteiras, bezerros e bois de engorda, além de entrar na composição de suplementos minerais.

Como fonte protéica, é empregada na proporção de 20% a 30%, substituindo o farelo de soja nas regiões este insumo tem preço alto, devido ao frete. Porém, o que chama mesmo a atenção na levedura é seu perfeito balanço de aminoácidos, com níveis de lisina e metionina superiores aos das fontes protéicas tradicionais. Além disso, trata-se de um produto muito rico em minerais e vitaminas do complexo B, que têm função anti-estressante. Nas rações para bezerros, por exemplo, ele é empregado para fortalecer o sistema imunológico, daí ser considerado um "aditivo profilático".


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